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Gafes no Exterior
Para não cometer gafes no exterior
informe-se sobre a cultura do país a ser visitado.
O que é apreciado em um lugar pode não fazer
diferença em outro.
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Na Itália, por exemplo
, você vai agradar se chamar seu interlocutor
pelo título (doutor, engenheiro), seguido
pelo sobrenome. |
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Na França, o prenome
nunca é usado nos contatos comerciais.
País de origem da palavra etiqueta, a regra
geral é a formalidade. Os franceses evitam
o contato físico com estranhos, embora,
entre amigos, mesmo homens troquem quatro beijos
quando se encontram. Sanduíches e frutas
( sempre descascadas) são comidos com garfo
e faca, e palitar os dentes é proibido
pela Vigilância Sanitária.
É falta de educação conversar
com alguém tendo as mãos nos bolsos-
e outras coisinhas mais. |
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Nos Estados Unidos, convém
perguntar como a pessoa prefere ser chamada. |
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Algumas regras de postura
também devem ser observadas. Na Alemanha,
nunca tire o paletó e arregace as mangas
da camisa. Isso é visto como sinal de desleixo.
Considera-se falta de educação apertar
a mão de alguém mantendo a outra
no bolso. |
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Na Suiça, ficar largado
na cadeira beira a grosseria. |
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Na Coréia do Sul,
nunca converse com as mãos nos bolsos ou
para trás porque é considerado um
ato grosseiro. |
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Se tiver que presentear
um japonês, jamais lhe dê um relógio,
porque ele simboliza a morte.
No Japão mostrar a boca aberta é
considerado falta de educação,
principalmente para as mulheres. É por
isso que elas sempre cobrem a boca quando riem.
Na hora do cumprimento, uma breve curvatura
demonstra respeito e evita-se olhar no olho,
gesto considerado rude. Para demonstrar concentração
e atenção, é comum os japoneses
fecharem os olhos e balançarem a cabeça
para cima e para baixo, coisa que os ocidentais
em geral interpretam como sono.
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Na Holanda, a dona de casa
prova a comida primeiro, na frente de todos. |
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Na Bulgária, balançar
a cabeça de um lado para o outro quer dizer
sim e para cima e para baixo, não. |
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Na Tailândia também,
balançar a cabeça de um lado para
o outro quer dizer sim e para cima e para baixo,
não. |
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A maior das gafes cometidas
por brasileiros em Portugal tem origem na língua
– o que é normal em um país onde
bicha quer dizer fila. Outra falta comum que os
brasileiros cometem em Portugal ( e nos países
europeus em geral) é apalpar frutas e legumes
antes de se decidir por comprá-los. |
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Na Irlanda, fora os beijos
em público, a maior ofensa é deixar
de pagar uma rodada de drinques para os companheiros
de pub, quando chegar a sua vez de fazê-lo. |
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Na Índia, por mais
estranha que seja a pessoa que caminha em sua
direção, não olhe muito para
ela. Encarar em indiano é para ele uma
humilhação. |
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Na China, o sobrenome ou
o nome de família sempre antecede o nome
da pessoa: na hora do comprimento, o hábito
é de apertar a mão de leve e balançar
bastante o braço; em geral, o chinês
não sorri porque não é de
bom tom demonstrar emoções; e é
melhor evitar so toque, já que demonstrações
públicas de afeto são raras (embora
amigas mulheres ou amigos homens andem de mãos
dadas na rua). |
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A troca de cartões
de visita adquire requintes quase ritualísticos
nos países orientais. A etiqueta manda
recebê-los com as duas mãos, analizá-los
com a atenção, nunca escrever sobre
eles e mantê-los diante da mesa, em vez
de colocá-los no bolso. |
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Nos países islâmicos,
não estranhe se a reunião for interrompida
num momento crucial – reza-se cinco vezes ao dia. |
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Em algumas tribos do Tibete,
mostrar a língua para outras pessoas é
uma forma de cumprimento. |
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